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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Literatura no Masculino #2

Esta 2ª semana da minha pesquisa de leitores masculinos utentes dos mesmos transportes públicos que eu, não foi muito abonatória para "eles". Deve ter sido por ter havido muito futebol e do bom!

Assim, temos:

Dia         Homens        Mulheres

dia   8          3                  6
dia   9          1                  4
dia 10          2                  1
dia 11          6                  5
dia 12          -                   -

Total           12                16

Uma coisa é certa, eles leêm e isso, é um facto. Outra coisa também é certa, eles utilizam mais tecnologia que elas e assim, substituem os livros por jogos e filmes que vêm,  durante as viagens,  em telemóveis, ipod's e pda's.
Quanto aos títulos desta semana, não consegui "fisgar" nenhum, sorry ;(
Kat

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Literatura no Masculino #1

Aqui neste post, combinei comigo própria que durante o mês de Fevereiro, estaria atenta ao que lêem os seres portadores de "Cromossomas Y's" que comigo viajam nos transportes. Assim, em jeito de contabilidade semanal, contei durante este 5 dias, 14 homens leitores contra 17 mulheres leitoras.


De acordo com o seguinte quadro, podemos a variação durante a semana:


Dia         Homens        Mulheres

dia 1          2                  2
dia 2          3                  2
dia 3          1                  3
dia 4          5                  6
dia 5          3                  4


Ora, relativamente ao levantamento dos títulos escolhidos e respectivos autores, tem-se revelado uma tarefa verdadeiramente difícil. Quase me vejo em altas perseguições e espreitadelas incómodas só para conseguir ver o título, a capa ou qualquer indício que me aproxime de uma pista do que estão a ler.

Das observações conseguidas verifiquei que "eles" andam a ler:


  • Calhamaço sobre a II Guerra Mundial, de Martin Gilbert
  • Berlin Alexanderplatz, um romance de Alfred Döblin
  • Stieg Larsson, não consegui ver o título
  • 2666, Roberto Bolaño
  • A Maior Batalha Naval do Mundo, acho que era este o título
  • Revista National Geographic
  • Revista Times

Até agora consensual só mesmo os autores Stieg Larsson e Roberto Bolaño, que ambos os géneros escolheram.

Então? No mínimo interessante ...

Kat

terça-feira, 7 de abril de 2009

Músicas Para Toda a Vida

Tenho andado a pensar este tempo todo no desafio do Peninha. Tentei fechar os olhos e pensar de repente, em três músicas. Estas seriam as que a minha mente reteve desde sempre e, por isso , as mais marcantes por uma razão qualquer.
Fácil, pensei. Humm...Nã! Essas são as músicas que ficaram no ouvido por uma razão ou por outra e não representam, nem de longe nem de perto as músicas de uma vida. Nada fácil, afinal! Não porque me seja difícil dizer 3 músicas que adoro, mas mesmo adorando-as, serão músicas de uma vida?
Parei, respirei fundo e sem esforço me vieram à ideia dezenas de hipóteses que poderiam representar com dignidade as músicas da minha vida. Claro está que andava no caminho da incerteza e da indecisão o que por si só já era estranho, se é suposto serem músicas de uma vida!

Com esta questão ainda pendente no meu espírito, um dia peguei no ipod, olhei para ele e pensei:

"Se este ipod tivesse só capacidade para 3 músicas e eu estivesse "condenada" a ouvir apenas essas mesmas músicas, quais escolheria? Quais as músicas que nestas condições, não me importava de ouvir a vida toda. Serão essas as músicas de uma vida!"



Músicas Para Toda a Vida


Bolero de Ravel





To Love Somebody
famosa composição de Barry Gibb dos Bee Gees




Interpretação de Nina Simone, para mim a melhor de todas

desde Janis Joplin, Joe Cocker, Rod Stewart, Bonnie Tyler, Tom Jones, Simply Red, Michael Bolton, entre outros.


Stand By Me
Ben E. King




Interpretações fabulosas tocadas por músicos de rua
all around the world

from

Santa Monica-California, New Orleans-Louisiana, Amsterdam-Netherlands, Zuni-New Mexico, Toulouse-France, Rio de Janeiro-Brazil, Moscow-Russia, Caracas-Venezuela, The Congo, Barcelona-Spain, Guguletu-South Africa, Umzali-South Africa, Pisa-Italy, Mamalodi-South Africa

Stand By Me from David Johnson on Vimeo


Kat

terça-feira, 24 de março de 2009

As três músicas da minha vida...

... bem Pato, tu lembraste de cada coisa!!!
Só três????
Complicado!!!
Vamos lá então:

"Bohemian Rapsody" - Queen
Por ser uma música intemporal, mas q marcou uma altura mt importante da minha vida, por reunir sons tão diferentes,pela voz, pela letra, pela banda e principalmente pela Força e pelo Poder q transmite, é para mim a Música Perfeita, e como tal a minha nº1.


"Teus Olhos Castanhos" - Francisco José
Sim, até vos pode parecer estranho mas acho q é uma lindíssima declaração de amor... Tenho na minha memória, e talvez seja mesmo por isso q gosto, a voz do meu Pai a cantar esta música, enquanto o disco de vinyl de 45 rotações girava no gira discos, vezes sem conta, e a minha mãe esboçava aquele sorriso q só percebi uns anitos depois... ;)))
Na altura achava horrível, fado (?), música de velhos, mt mais giro era a música q vinha das colunas lá do quarto dos brothers mais velhos... Hurts So Good-John Cougar, Who Can It Be Now?-Men At Work, etc... Hoje sei q são "Teus Olhos Castanhos" q me trazem uma das memórias mais bonitas da minha vida.

"Against All Odds" - Phil Collins
Uiiiiii... q espanto de música! Aliás, como mts outras músicas deste Senhor... mas esta tem aquele efeito do "arrepio na espinha"... sempre teve, e há coisas q não mudam!!!!

Muitas ficam aqui por referir, por partilhar...
Há sempre uma música, já repararam?


Beijosssssssssssssssssss

quarta-feira, 18 de março de 2009

Músicas da nossa vida...

Como andamos muito na moda do "queria vos lançar um desafio..." aqui vai mais um.

Um dia destes dei por mim a pensar quais seriam as músicas que realmente gosto, aquelas músicas a que chamamos "as músicas das nossas vidas", seja porque nos lembram alguém, um local, um determinado momento ou simplesmente porque gostamos do ritmo, da letra, do cantor, do grupo, da batida ou apenas e só porque quando a ouvimos ficamos com pele de galinha, ou de galo, conforme o sexo...

Não sei se vos peço as 3, 5 ou 10 músicas preferidas porque vão sempre ficar de fora músicas que gostamos...

Mesmo depois de escolherem essas músicas e de terminarem o post/comentário vão dizer: "He pá, então esqueci-me daquela que tocou no dia em que pela primeira vez comi um pastel de Tentúgal!!!"

Mas deixo-vos o desafio... digam-me 3 músicas que gostem e que de certeza fazem parte das "músicas das vossas vidas".

Eu próprio vou fazer a minha lista de 3 mas não vai ser fácil.... vão estar por determinada ordem mas sem que isso implique que goste mais de uma do que outra.

1 - "Eye of the Tiger" - Survivor

Fez parte da banda sonora do Filme "Rocky III". Gosto desta música pela batida, pelo ritmo... trasmite força ao ponto por momentos sentir-me o Rocky Balboa... :)

2 - "Bohemian Rapsody" - Queen

Grande música de um grande grupo....Esta canção possui uma estrutura musical diferente. Uma parte mais tipo "balada", outra de um "rock" mais puxado e pelo meio algo que nos leva à música clássica, aliás o nome do álbum faz referência à ópera : "A Night at the Opera"

3- A música do filme "Platoon - Os Bravos do Pelotão"

Não sei o nome da música a que me refiro mas é um tema brutal, poderoso... o filme como sabem retrata a guerra do Vietnam mas bastava ouvir a banda sonora para se perceber a intensidade do filme para além de dar um envolvimento especial ao filme e a algumas cenas já de si envolventes. Uma das cenas finais é a emoção que o actor "Charlie Sheen" demonstra quando ele entra no helicóptero para finalmente regressar a casa. A música que acompanha esta cena é a que estou a falar... é brutal!!!!!!!

Ok... eu sei que é dificil escolher 3 músicas quando se calhar podia continuar eternamente esta lista... por exemplo poderia já colocar de seguida 3/4/5 músicas de Bruce Springsteen que é o meu cantor favorito, ou outras que me ligam/relembram pessoas/locais/momentos mas limitei a escolha a 3, para ser mais dificil... :-)


segunda-feira, 16 de março de 2009

Sem Sentido(s)

Aqui a algum tempo atrás a Vekiki colocou todos os sentidos em debate e lançou o desafio de sabermos qual dos sentidos abdicariamos, se o tivessemos que fazer, e porquê.
Comentei na altura que ...

"Tenho andado a pensar e ainda não me consegui decidir. Posso no entanto apontar os meus considerandos relativamente a esta questão. Considerando que a visão é mesmo o sentido que não abdicaria;
Considerando que se a ausência do olfato [dAO] me priva também do gosto;
Considerando que sobra a audição e o tato [dAO] e que, destes 2 sentidos, a audição debilita a minha comunição com o mundo que me rodeia e com os outros em particular, ou antes, a comunicação dos outros comigo. Sobra o tato e relativamente a este este, ainda não consigo ter a dimensão exacta do que seria viver sem este sentido. Numa primeira análise imagino que talvez pudesse ser parecido a viver como se usasse sempre de luvas, mas pensando melhor, a ausência deste sentido privar-me-ia de qualquer sensação de frio, calor, húmido, rugoso, sedoso, toque ou dor.
Humm, não sei, ainda não sei."
[dAO] - depois do Acordo Ortográfico

Desde então tenho tentado entender essa coisa do tato e descobri que [...] para que nós sejamos capazes de obter as percepções táteis existem na nossa pele uma série de terminações nervosas e corpúsculos (s. m., partícula pequeníssima dos corpos, átomo, molécula.) chamados receptores táteis .
Corpúsculo de Vater Paccini - percepção da pressão;
Corpúsculo de Meissner - percepção do tato leve quando passamos ligeiramente as mãos por uma superfície, são eles os responsáveis pelas sensações que experimentamos;
Discos de Merkel - como os Corpúsculos de Meissner, captam toques leves;
Corpúsculo de Krause - percepção do frio;
Corpúsculo de Ruffini - percepção do calor;
Terminações nervosas livres (nociceptores) - terminações nervosas sensíveis aos estímulos mecânicos, térmicos e especialmente aos dolorosos. Não formam corpúsculos. É importante frisar que a dor que sentimos é sempre igual podendo variar apenas em intensidade, logo, a dor que sentimos quando partimos um braço é igual à dor que sentimos quando recebemos um beliscão , variando apenas na intensidade.
Depois de saber que perderia todos estes Corpúsculos estou convencida que também não abdicaria do sentido do tato.

Talvez abdique apenas dos nociceptores, pode ser?

Kat