domingo, 14 de dezembro de 2008


Para a Colette

Em nome dos cinco
Quero agradecer
Ao Remy e à Colette
Esta bela iguaria!

O bolo Lunar
Delicioso estava
Cheio de cor
E de muita magia!

Prontos estamos
Para a próxima confecção
Afinal de contas
Tens muita imaginação!

Tempo

Não raras vezes ouvimos a expressão "Não tenho tido tempo!" ou "Não tenho tempo para isso!".

Muitas vezes "isso" é "apenas" o telefonar a um amigo, o partilhar uma simples emoção ou acontecimento, o darmo-nos a conhecer, seja por actos, palavras ou pequenos gestos...

Não basta sê-lo, é preciso parecê-lo... foi algo que fui aprendendo ao longo destes anos.

Hoje é natural que as pessoas se esqueçam que há que manter relações e amizades.

Por mais que o tempo esteja preenchido por trabalho, familia, negócios, amores ou desamores, acho que é sempre possível arranjar um bocadinho que seja para os outros, para todos aqueles que nos rodeiam, para todos aqueles que dizemos serem especiais, amigos, inesqueciveis...

Não basta sê-lo, é preciso parecê-lo...

Nunca devemos esquecer que apenas um bocadinho por dia, para os outros pode parecer muito.

No final de uma semana, de um mês ou de um ano, se juntarmos todos esses bocadinhos vamos verificar que servem para preservar aquilo que demorou tanto tempo a construir.

Talvez estejamos todos muito virados para nós próprios.

Talvez estejamos tão preocupados em que o nosso caminho seja tão certinho, tão monótono, cheio de regras e rotinas (que achamos que nos garantem uma vida sem muitas chatices) que esquecemos de nos dar a conhecer aos outros, que esquecemos de mostrar que gostamos delas, de estarmos presente quando realmente a nossa presença é fundamental, que nos esquecemos de partilhar emoções, alegrias, conquistas e tudo o que fazemos é tão vazio de emoção, de amores, daquele fascínio que as coisas inesperadas nos trazem, de arriscarmos um pouco e sentirmos outros tipo de sentimentos...

Mas não... todos reclamamos por falta de tempo para isto e para aquilo mas esquecemos de percorrer o caminho que nos leva à morada dos que gostamos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Wall-E


Pela primeira vez na história da Sétima Arte a Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles elegeu como Melhor Filme do Ano de 2008 um filme de animação - Wall-E , cujo protagonista – um robot que não sabe verbalizar os seus sentimentos – conquistou tudo e todos, inclusivé os críticos.

A eleição aconteceu na noite desta terça-feira em que "Batman – O Cavaleiro das Trevas" ficou em segundo lugar.

A Disney, algumas semanas atrás, lançou uma campanha para que Wall-E ganhe não apenas a indicação ao Oscar na categoria de Melhor Animação como também de Melhor Filme.

Para alguns críticos foi um movimento arriscado já que dificilmente os membros da Academia vão votar para que ele concorra nas duas categorias e dividindo os votos, o nosso robozinho favorito poderia perder ambas.

A única animação a conseguir a façanha de concorrer a Melhor Filme foi “ A Bela e o Monstro” em 1991.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

De quem tanto se fala neste Blog...


A Lenda do Galo de Barcelos:

"Há muitos anos um peregrino galego passou em Portugal a caminho de Santiago de Compostela para pagar uma promessa e hospedou-se numa estalagem minhota. Como levava um grande farnel e fazia pouca despesa, o hospedeiro, que era muito ganancioso, entregou o honrado peregrino à policia acusando-o de roubo, dado que ultimamente se tinham sucedido vários roubos e o criminoso ainda não tinha sido descoberto.
O pobre chefe de família, sem que ninguém o defendesse, pois era desconhecido naqueles sítios, foi condenado à morte por enforcamento.
Como última vontade, o galego pediu que o levassem até ao juiz que o tinha condenado. Quando o galego chegou a casa do juiz, ele estava com os seus amigos num grande banquete. Voltou a dizer-lhe que estava inocente e uma vez mais, ninguém acreditou nele...
Então no seu desespero, reparou num galo assado que estava numa travessa em cima da mesa, pronto a ser comido, e disse:

- É tão certo eu estar inocente como certo é esse galo cantar quando me enforcarem.

Todos se riram da afirmação do homem mas, resolveram não comer o galo. Quando chegou a hora de o enforcarem, o galo assado levantou-se e cantou mesmo!
O juiz correu até ao sítio onde ele estava prestes a ser enforcado... encontrou o homem já com a corda no pescoço mas o nó lasso impediu o estrangulamento. O juíz mandou solta-lo de imediato.

Passados anos, o inocente acusado voltou a Barcelos e fez erguer o monumento em louvor à Virgem e a São Tiago.

Hoje, o galo de Barcelos, de barro colorido, é conhecido até no estrangeiro e lembrará para sempre esta lenda."

J. K. Rowling

«É esta quinta-feira colocado à venda em todo o Mundo o novo livro de J. K. Rowling, "Os contos de Beedle, o Bardo", o primeiro desde que terminou a popular saga de Harry Potter.
As origens do novo projecto de Rowling remontam a Dezembro último, quando a Amazon adquiriu um dos sete exemplares existentes desta obra por 2.4 milhões de euros, no leilão da casa Sotheby's, em Londres. Ao longo destes meses foram várias as editoras de diferentes países a manifestar interesse no livro, que reúne cinco contos de fadas, levando a autora inglesa a optar pela edição a nível mundial. Em Portugal, os direitos de publicação foram assegurados pela Presença, a mesma casa editorial que publicou os sete tomos do pequeno feiticeiro.

As receitas provenientes das vendas destinam-se na totalidade à Children's High Level Group, uma instituição inglesa de beneficência fundada por J. K. Rowling e pela eurodeputada Emma Nicholson. Os lucros obtidos pretendem providenciar uma vida melhor a milhares de crianças desfavorecidas da Europa, alojasdas em centros de acolhimento sem condições.


Segundo uma mensagem da própria escritora inscrita no catálogo de venda de um exemplar leiloado no ano passado, o livro é uma compilação de temas abordados na série de Potter, representando ainda uma forma de despedir-se desse universo, a que se dedicou nos últimos 17 anos. »

Jornal de Notícias - Online - 04.Dez.2008


Ainda sobre estes contos visitem o blog http://contos-beedle-bardo.blogspot.com/.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O rapaz que caiu do céu

Eis o livro que vou começar a ler: "O rapaz que caiu do céu".

Sinopse


«No dia 21 de Dezembro de 1988, David Dornstein foi uma das vítimas do atentado que derrubou o voo 103 da Pan Am, fazendo o avião despenhar-se sobre a pequena cidade de Lockerbie, na Escócia. David deixou um irmão mais novo, Ken, desesperado por perceber a sua morte e recolher as peças soltas do acidente.Longe de ser uma missão simples de resgate, a jornada de Ken transformou-se num acto de amor, numa obsessão, e ainda numa viagem emocional a lugares bem mais estranhos do que ele alguma vez imaginara.Oito anos passados sobre o acidente, Ken começou a ler os escritos, nomeadamente cartas e um apaixonante diário, deixados pelo irmão, prolífico escritor mas nunca publicado. Decidiu viajar até Lockerbie e tentou reconstituir o mistério que fora a vida de David. Vinte anos passados, Ken Dornstein está casado com o primeiro amor do seu irmão David, é pai e vive em paz com a sua perda. »

Montras

Deambulando pela cidade numa tarde de sol invernoso, observo-a ondulante de luz e cor.
A cada passo inspiro o ar festivo que se adensa à medida que desço em direcção ao rio.

Vagueio pela Avenida e ao chegar ao Rossio, encontro a azáfama própria desta quadra. Os turistas passeiam alegres, barulhentos e em grandes grupos espalhafatosos. Os enfeites de Natal estão já à espreita em cada esquina, em cada rua, em cada montra.

Parei e reparei nas montras. Reparei que existem casas cujas montras não têm idade. Não fosse os preços apresentarem um símbolo estranho, poderia fechar os olhos e conseguir ouvir as charretes circulando entre a Praça da Figueira e o Rossio pela estreita Rua da Betesga. Aí mesmo, a meio, encontra-se a Nacional, confeitaria centenária cuja montra é intemporal e de uma riqueza indescritível.

"Fundada em 1829 por Baltazar Roiz Castanheiro, pertence à mesma família há cinco gerações e foi premiada em várias exposições internacionais tanto pela doçaria tradicional portuguesa como pelas inovações criadas ao longo dos tempos. Uma delas é a receita do Bolo Rei (um segredo bem guardado) trazida para Portugal pelo filho do fundador em meados do Séc XIX." in www.confeitarianacional.com
Kat